domingo, 30 de julho de 2023

Para todos que amam direito

 

No meu processo de busca por autoconhecimento existem pessoas, livros, profissionais e podcasts que me auxiliam direta ou indiretamente nele.

E tem a Natália.

Natália é um capítulo à parte com o podcast @paradarnomeascoisas . Sempre me sinto numa mesa de bar, em um lugar onde eu não preciso me esticar e nem me encolher. Adoro quando ela fala isso.
Naty, muito obrigada pelo belíssimo trabalho, você é incrível.

Hoje eu ouvi o “Vergonha de amar de amar de novo” por indicação da @luanafornaciari (te amo, saudades). E, olha... todo mundo deveria assistir. Os constrangedores e os constrangidos. Mas, sobretudo, os constrangidos.

Segue abaixo pequeno recorte (quase que) na íntegra de algumas (maravilhosas) falas dela.

“Deixe o constrangimento para quem o causou. Deixe o constrangimento para quem não conseguiu se entregar. Deixe o constrangimento para quem não conseguiu dizer. Para quem não consegui honrar aquilo que estava sentindo. Para quem não foi sincero, verdadeiro, honesto.
Deixe o constrangimento para quem o causou.

Não deixe um constrangimento que não é seu te travar em novas relações. Não deixe que esse constrangimento causado por outro, vire em você uma vergonha de amar. Vire em você uma vergonha de se entregar. Uma vergonha de se vulnerabilizar. Isso não é sobre você.

Se a pessoa te traiu, se a pessoa te abandonou, se a pessoa mentiu pra você, se a pessoa foi vazia, não foi sincera, isso é um constrangimento que não é seu.

A gente não pode se envergonhar por ter amado direito. Por ter amado de peito aberto.”

Para todos que amam direito.




Nenhum comentário:

Postar um comentário